A menina sente que o mundo esta vazio por todos os lugares
ela que sempre se achou filha das cores, dos sons no alto da bela capela
Ela que sempre foi colorida em um tempo no espaço onde via a lua azul e as nuvens de algodão doce
Agora se sente feito um filhote de passarinho
querendo voltar pro ninho, sente um grande vácuo acinzentado, frio onde chove
Mas uma voz pequena e dormida
pede que tenha calma que ela é uma menina dourada que seu brilho vai iluminar o caminho sombrio...
E ela acredita!
Este é meu espaço! Aqui declaro minhas idéias, ideais e visões do tempo e da vida. Entrem, acomodem-se, tomem um café ou um chá e vamos conversar.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Dias...Desejos
(...dias estranhos
o chão do coração
repleto de folhas secas
um som indecifrável
o suave vento da saudade
arrepia a pele
vontade\saudade
desejos estranhos...)
o chão do coração
repleto de folhas secas
um som indecifrável
o suave vento da saudade
arrepia a pele
vontade\saudade
desejos estranhos...)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Abismo
(...enquanto anda descalça sobre
arame farpado
á caminho do abismo
vai espiando distraída o céu azul
está quieta demais
calada demais
tentando respirar
tentando não chorar...)
arame farpado
á caminho do abismo
vai espiando distraída o céu azul
está quieta demais
calada demais
tentando respirar
tentando não chorar...)
Depressão
(...em um minuto de distração
desviamos o trajeto
erramos a rua
saímos do caminho
e caímos em um beco sem saída
um beco sujo e escuro
o coração vira um trator
desgovernado e sem controle
consegue doer, doer, doer
um nó de angústia na garganta
entala, sufoca
falta o ar e ficamos ali
ilhados em uma dor paralisante
que é surreal...)
Elizabeth Oliveira
desviamos o trajeto
erramos a rua
saímos do caminho
e caímos em um beco sem saída
um beco sujo e escuro
o coração vira um trator
desgovernado e sem controle
consegue doer, doer, doer
um nó de angústia na garganta
entala, sufoca
falta o ar e ficamos ali
ilhados em uma dor paralisante
que é surreal...)
Elizabeth Oliveira
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