Este é meu espaço! Aqui declaro minhas idéias, ideais e visões do tempo e da vida. Entrem, acomodem-se, tomem um café ou um chá e vamos conversar.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Abismo
(...enquanto anda descalça sobre
arame farpado
á caminho do abismo
vai espiando distraída o céu azul
está quieta demais
calada demais
tentando respirar
tentando não chorar...)
arame farpado
á caminho do abismo
vai espiando distraída o céu azul
está quieta demais
calada demais
tentando respirar
tentando não chorar...)
Depressão
(...em um minuto de distração
desviamos o trajeto
erramos a rua
saímos do caminho
e caímos em um beco sem saída
um beco sujo e escuro
o coração vira um trator
desgovernado e sem controle
consegue doer, doer, doer
um nó de angústia na garganta
entala, sufoca
falta o ar e ficamos ali
ilhados em uma dor paralisante
que é surreal...)
Elizabeth Oliveira
desviamos o trajeto
erramos a rua
saímos do caminho
e caímos em um beco sem saída
um beco sujo e escuro
o coração vira um trator
desgovernado e sem controle
consegue doer, doer, doer
um nó de angústia na garganta
entala, sufoca
falta o ar e ficamos ali
ilhados em uma dor paralisante
que é surreal...)
Elizabeth Oliveira
Triste tempo
(...tempo de névoa
e agonia
com cheiro de lírio
em funeral sombrio
tempo de dor real
com sentimento
espalhado feito
cinza no vento
Tempo de
verso forte
disperso
duro sem norte..)
Elizabeth Oliveira
e agonia
com cheiro de lírio
em funeral sombrio
tempo de dor real
com sentimento
espalhado feito
cinza no vento
Tempo de
verso forte
disperso
duro sem norte..)
Elizabeth Oliveira
Segredos
(...enquanto alguns segredos tenebrosos ficam
escondidos sob
cinza e areia
a menina segue
com perdas necessárias
e memória seletiva
se permitindo viver
um dia de cada vez
uns de fúria insana
outros as cegas
de uma fraca alegria sacana...)
cinza e areia
a menina segue
com perdas necessárias
e memória seletiva
se permitindo viver
um dia de cada vez
uns de fúria insana
outros as cegas
de uma fraca alegria sacana...)
terça-feira, 22 de outubro de 2013
O abismo
(...desnorteada ela fecha os olhos e tenta entender
a mistura abstrata das cores
das dores inexplicáveis
dentro de um silêncio estridente
escuta o uivo doído do seu coração
ela está gelada, apavorada e sozinha
ninguém entende os odores e as cores
das recordações lancinantes que aparecem
de repente transformando a mulher vibrante
brilhante, contagiante e efervescente que ela é
nessa opaca menina triste e carente...)
a mistura abstrata das cores
das dores inexplicáveis
dentro de um silêncio estridente
escuta o uivo doído do seu coração
ela está gelada, apavorada e sozinha
ninguém entende os odores e as cores
das recordações lancinantes que aparecem
de repente transformando a mulher vibrante
brilhante, contagiante e efervescente que ela é
nessa opaca menina triste e carente...)
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